A 1ª vez... em Agosto de 2001!!!
Foi complicado chegar.
A saida tinha sido ás 16.30 do aeroporto de Lisboa directo a Madrid para o que seria uma escala de 1 hora... que resultou em dormida num hotel madrileno!!!
No dia seguinte acordei cheio de moral, pronto para a viagem de 12 horas sobre o Atlantico que me levaria pela primeira vez não apenas a conhecer o país da minha mulher, mas também a sua familia.
Saída ás 8 do hotel, passo de corrida, coração ao alto... para uma espera de 5 horas até o avião finalmente levantar voo.
Ás 6 da tarde, já depois de descontada a diferença horária (4 horas), chego a Buenos Aires. Não dá para fazer nada, estou em trânsito e a espera não é suposto ser longa.
Não é... são só mais 3 horas e meia!!!
Finalmente, depois de 40 minutos para atravessar o Mar del Plata, aterramos no Paraiso... Montevideo!!!
Recepção fantástica dos sogros que não conhecia (fiquei logo conquistado), conversa para ali, conversa para aqui, a minha Maria não se calava, já ha 2 anos que não via a familia.
Noite tipica de Inverno. Chuva, vento e frio.
A caminho de casa, através dos vidros embaciados, mal me apercebo da Avenida das Américas que atravessa o Paque Rosevelt a caminho do centro de Montevideo.
A recepção mais ou menos esperada em casa. O "terror" de conhecer a Adri, a "Princesa da provocação" e a Floppi, com a sua doce timidez. Entretanto o "ruido" de fundo que me fez companhia no carro aumentava de decibeis... e o pior estava ainda para vir.
Pouco depois a primeira experiência charrua... o chivito de "La Passiva"!!!!!!! Foi paixão á primeira mordida.
Passado algum tempo outra curta viagem até Carrasco, ao Clube Naval, onde passariamos a primeira noite na pátria de Artigas.
Foi assim que começou a minha estoria de amor com este país e suas gentes, que se mantém cada vez mais forte e se vai certamente reatar no futuro, seja a curto ou a longo prazo.
Por agora vou deixando estas lembranças, a que tenciono juntar informação acerca do que se passa na "Suiça da América do Sul", que há já alguns anos que passa por dificuldades próprias dos paises pequenos, com economias frágeis e rodeados de paises bastante mais influentes... mas sem as ajudas de uma qualquer CEE.
Espero que quem passe por aqui goste da leitura e da informação adicional nem sempre disponivel na imprensa diária.
A saida tinha sido ás 16.30 do aeroporto de Lisboa directo a Madrid para o que seria uma escala de 1 hora... que resultou em dormida num hotel madrileno!!!
No dia seguinte acordei cheio de moral, pronto para a viagem de 12 horas sobre o Atlantico que me levaria pela primeira vez não apenas a conhecer o país da minha mulher, mas também a sua familia.
Saída ás 8 do hotel, passo de corrida, coração ao alto... para uma espera de 5 horas até o avião finalmente levantar voo.
Ás 6 da tarde, já depois de descontada a diferença horária (4 horas), chego a Buenos Aires. Não dá para fazer nada, estou em trânsito e a espera não é suposto ser longa.
Não é... são só mais 3 horas e meia!!!
Finalmente, depois de 40 minutos para atravessar o Mar del Plata, aterramos no Paraiso... Montevideo!!!
Recepção fantástica dos sogros que não conhecia (fiquei logo conquistado), conversa para ali, conversa para aqui, a minha Maria não se calava, já ha 2 anos que não via a familia.
Noite tipica de Inverno. Chuva, vento e frio.
A caminho de casa, através dos vidros embaciados, mal me apercebo da Avenida das Américas que atravessa o Paque Rosevelt a caminho do centro de Montevideo.
A recepção mais ou menos esperada em casa. O "terror" de conhecer a Adri, a "Princesa da provocação" e a Floppi, com a sua doce timidez. Entretanto o "ruido" de fundo que me fez companhia no carro aumentava de decibeis... e o pior estava ainda para vir.
Pouco depois a primeira experiência charrua... o chivito de "La Passiva"!!!!!!! Foi paixão á primeira mordida.
Passado algum tempo outra curta viagem até Carrasco, ao Clube Naval, onde passariamos a primeira noite na pátria de Artigas.
Foi assim que começou a minha estoria de amor com este país e suas gentes, que se mantém cada vez mais forte e se vai certamente reatar no futuro, seja a curto ou a longo prazo.
Por agora vou deixando estas lembranças, a que tenciono juntar informação acerca do que se passa na "Suiça da América do Sul", que há já alguns anos que passa por dificuldades próprias dos paises pequenos, com economias frágeis e rodeados de paises bastante mais influentes... mas sem as ajudas de uma qualquer CEE.
Espero que quem passe por aqui goste da leitura e da informação adicional nem sempre disponivel na imprensa diária.


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